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Jovens que começam a beber cedo estão mais propícios ao alcoolismo
 
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06/07/2017

Jovens que começam a beber cedo estão mais propícios ao alcoolismo

Pediatras gaúchos alertam que os pais devem controlar o uso indiscriminado de bebidas em festas ou encontros com amigos

Estudos comprovam que, quanto mais cedo um jovem começar a beber, mais chances terá de se tornar um dependente químico ou alcoólatra. Por isso, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) faz um alerta aos pais para que evitem oferecer bebidas aos filhos e fiquem atentos aos sinais de embriaguez quando estão com amigos ou em festas.

- Apostamos na campanha "Não seja um porre", lançada pela SPRS como forma de promover a conscientização para esse tema tão importante para nós médicos e para a sociedade. Queremos mostrar de uma forma jovem e adequada a esse público, o quanto o uso indiscriminado de álcool pode ser prejudicial para eles - afirma a presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Cristina Targa Ferreira.

- Quando o jovem começa a beber muito cedo, ele tem a tendência de passar para drogas mais pesadas, iniciando pela maconha, passando para cocaína e outros químicos. Em alguns casos, chega à fase adulta com comportamento antissocial. É claro que nem todos os jovens que experimentam a bebida serão alcoólatras, mas temos que fazer este alerta - destaca o psiquiatra Thiago Gatti Pianca.

O médico sabe da dificuldade em demonstrar o quanto a bebida é perigosa e aponta inúmeros adversários no processo de advertência para os jovens.

- O uso do álcool é comum e está na cultura das festas. Além disso, as propagandas mostram a cerveja como uma bebida que socializa e aumenta a interação. Por isso, as crianças já crescem com sensação de naturalidade no ato de beber. A mistura da vodka com energético, por exemplo, é recorrente na juventude e é bem perigosa, pois o energético faz com que se perca a consciência muito rapidamente, acreditando ainda estar sóbrio. O alcoolismo é uma doença muito séria, de difícil recuperação e com histórico de diversas recaídas no tratamento, aumentando a necessidade deste alerta - relata.

Pianca ainda ressalta que existem estudos comprovando a correlação entre o suicídio e o consumo de bebida alcoólica em cerca de um terço dos casos apurados.

O vídeo da campanha "Não seja um porre" pode ser conferido no link facebook.com/pediatriars/videos/1258233734236728.


Autor: Mariana da Rosa
Fonte: Play Press

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