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Percentual de famílias endividadas cresce em junho
 
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19/07/2024

Percentual de famílias endividadas cresce em junho

Apesar do aumento do percentual de famílias endividadas, o percentual que se consideram muito endividados caiu

text-align: justify; font-size: 10.5pt; font-family: Arial, sans-serif;">A Fecomércio-RS divulgou o resultado da edição de junho da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias (PEIC-RS). Os dados foram coletados nos últimos dez dias do mês de maio em Porto Alegre/RS. Por se dar em meio a catástrofe, provavelmente a pesquisa não deve ter contado com as pessoas mais fortemente atingidas pela enchente. Além disso, efeitos sobre endividamento e inadimplência não tende a ser contemporâneos à tragédia. Os meses seguintes tendem a refletir melhor os efeitos derivados da tragédia climática sobre o orçamento das famílias.  

O percentual de famílias endividadas foi de 89,2% em junho de 2024. No mês anterior esse percentual era de 88,8% e em junh de 2023 de 93,9%. O resultado foi puxado pelas famílias de renda mais baixa. Na comparação mensal, enquanto as famílias com renda até 10 s.m. registraram percentual de 92,3% (contra 91,5% no mês anterior), as famílias com mais de 10 s.m. de renda mensal registraram percentual de 76,4% (abaixo dos 77,4% de mai/24). A parcela da renda comprometida com dívidas foi de 27,6% e teve aumento ante os 27,1% de maio de 2024. Com relação a junho se 2023, também houve aumento (o percentual era de 26,8%). O tempo de comprometimento com dívidas ficou em 6,2 meses, valor muito próximo aos 6,3 meses registrado em mai/24. 

O percentual de famílias com contas em atraso apresentou leve recuo, passando de 34,4% para 34,2%, menor resultado desde mar/22. O percentual, contudo segue elevado. Na classe de menor renda foi 39,0% e nas famílias que ganham mais de 10 salários-mínimos (s.m.) de 17,0%.   

Já para o percentual de famílias com contas em atraso e que não terão condições de quitar nenhuma parte da dívida nos próximos 30 dias atingiu 2,6%, o que representou um aumento em relação ao mês anterior (2,1%). No mês de junho de 2023 esse percentual foi de 2,2%. A manutenção desse indicador em patamares baixos tem sido importante para reduzir os riscos relacionados à persistência da inadimplência no mercado de crédito, fundamental na dinâmica do varejo.  

 "A pesquisa de junho de 2024 ainda não reflete os efeitos das enchentes sobre o orçamento das famílias. Provavelmente, veremos esses efeitos com mais clareza nos próximos meses. Todavia, a eficiência dos mecanismos de transferência de renda e a preservação dos empregos no momento atual são elementos centrais para uma evolução saudável de indicadores de endividamento e inadimplência", afirmou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS. 

Veja a análise econômica e os dados completos


Autor: Redação
Fonte: Senac-RS | Usina de Notícias
Autor da Foto: Freepik

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