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24 milhões de brasileiros sofrem de ansiedade
 
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16/07/2013

24 milhões de brasileiros sofrem de ansiedade

Psicóloga do Centro Clínico Gaúcho explica os perigos do distúrbio e dá dicas de como evitá-lo e combatê-lo

Devido às preocupações do dia a dia, a ansiedade está cada vez mais presente na vida dos brasileiros. Segundo dados do Instituto de Psiquiatria do Hospital de Clínicas da Universidade de São Paulo, mais de 24 milhões de pessoas são diagnosticadas com ansiedade no país. Sintomas como suor excessivo, coração acelerado, enjôos e aumento da frequência urinária são alguns indicativos que ajudam a identificar o distúrbio.

A psicóloga do Centro Clínico Gaúcho, Fernanda Sirangelo Dall'Agno, explica que preocupar-se e ficar ansioso é uma reação natural do ser humano, mas que exige cuidados. “A ansiedade acompanha um sentido geral de perigo, nos advertindo que algo precisa ser temido. Quando ela se torna excessiva e inadequada, comprometendo as ideias que o indivíduo tem de si mesmo, se transforma em uma doença”, afirma a profissional.

Na lista de pacientes com ansiedade, as mulheres ficam à frente dos homens. Uma recente pesquisa da Michigan State University (MSU) avaliou o desempenho de universitários em testes simples, o que apontou que o cérebro das estudantes ansiosas trabalhou mais do que o dos homens. Isto porque elas tinham mais preocupações e pensamentos que as distraíam, o que pode causar dificuldades de concentração. A psicóloga Fernanda complementa destacando que a prática demonstra que as mulheres sofrem duas vezes mais com a ansiedade do que os homens.

Como não transformar a ansiedade em uma doença

A psicóloga Fernanda Sirangelo Dall'Agno revela que existem técnicas que auxiliam na prevenção e tratamento da ansiedade quando ela está em nível leve e moderado. Práticas como ioga, alongamentos e caminhadas, por exemplo, conseguem impedir o avanço dos sintomas do distúrbio. Outra dica é cultivar boas relações e estar perto de pessoas com quem nos sentimos bem. Cientistas da MSU descobriram, em outro estudo, que estar ligado emocionalmente a alguém aumenta os níveis de progesterona, hormônio feminino responsável pela preparação do útero para a gravidez e que está ligado à redução do estresse e ansiedade. Quando a ansiedade ultrapassar estes níveis e começar a trazer prejuízos ao paciente, a indicação é consultar um profissional da psicologia ou psiquiatria, que encaminhará o tratamento adequado à situação. 


Autor: Tássia Becker
Fonte: Prática em Comunicação

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