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Homeopatia em crianças: dúvidas comuns dos pais
 
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29/09/2009

Homeopatia em crianças: dúvidas comuns dos pais

Você já pensou em levar seu filho ao homeopata? Conheça mais detalhes sobre esse tratamento em crianças

Você já pensou em buscar a orientação de um homeopata? Reconhecida pelo Ministério da Saúde como prática integrativa do Sistema Único de Saúde desde 2006, a homeopatia ganha adeptos e, aos poucos, a confiança dos pais. Esclarecemos as principais dúvidas sobre esse tratamento na infância. Confira.

O homeopata precisa ser pediatra também?
Para tratar de uma criança, é melhor que o homeopata seja pediatra também, afinal, ele conhece de perto detalhes sobre o desenvolvimento infantil.

Posso tratar meu filho com homeopatia e alopatia (remédios convencionais) ou preciso optar por uma das duas práticas?
Não é necessário escolher apenas uma das formas de tratamento, nem parar um para começar outro. A homeopatia pode ser associada à alopatia para que a saúde do seu filho se equilibre da melhor forma. Há casos em que, por meio da combinação dos dois métodos, as doses alopáticas podem ser reduzidas sem prejuízo na recuperação da criança.

O pediatra do meu filho precisa saber que estou usando homeopatia?
Sim, ele tem de saber. O ideal é que pediatra e homeopata estejam em contato constante, que troquem informações depois de cada consulta, para combinar as formas de atuação.

Como será a primeira visita do meu filho ao homeopata?
A primeira consulta pode durar, em média, uma hora e meia. O médico conversa com você e com seu filho, faz a análise física da criança e observa os exames feitos anteriormente. Na maioria dos casos, os pacientes chegam ao homeopata por indicação de outro especialista. Durante esse primeiro encontro, o médico identifica o perfil do seu filho e receita as fórmulas de acordo com o que analisou. Cerca de 45 dias após a primeira consulta, vocês devem voltar ao consultório para que o especialista analise a eficácia do tratamento e faça alterações necessárias.

O tratamento demora a dar resultado?
O método homeopático é prolongado - pode durar até dois anos -, mas tem ação rápida sobre os sintomas que incomodam a criança. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, homeopatia não deve ser usada pela vida toda. A partir do momento em que o organismo do paciente sabe reagir aos estímulos sem o remédio, ele recebe alta do tratamento pelo médico.

Posso tratar qualquer doença do meu filho com a homeopatia? Mesmo se ele tem uma doença crônica, como asma?
A maioria das crianças pode usar a homeopatia para tratar todas as doenças. Quem tem doença crônica, como asma, por exemplo, pode ter uma melhora na qualidade de vida, uma vez que as crises podem diminuir e até cessar. Mas para algumas doenças, como a obesidade, é preciso também usar medicamentos alopáticos, entre outras intervenções na rotina da criança.

Meu filho vai ficar curado com esse tratamento?
A homeopatia não é voltada para a cura de uma doença, mas para o equilíbrio do indivíduo como um todo. Com o tratamento correto, direcionado para o perfil particular de cada criança, é possível eliminar incômodos e, assim, mantê-la saudável.

Por ser natural, a homeopatia não oferece risco ao meu filho? Posso parar por minha conta quando ele melhorar?
Não há efeito colateral durante um tratamento com remédios homeopáticos. Mas, se utilizada sem orientação médica, a homeopatia piorar problemas pré-existentes no organismo. Por isso, é fundamental que você siga todas as orientações do médico do seu filho e complete o período do tratamento mesmo com a melhora imediata.

Meu filho pode ficar doente quando tomar remédios homeopáticos?
Uma ideia errada sobre a homeopatia é que ela primeiro piora para depois melhorar o quadro do paciente. Certas vezes, pode acontecer de a criança apresentar uma pequena agravação do sintoma que está tratando, mas isso dura porquíssimo tempo e não é significativo. Com orientação correta, não existe risco de aparecer uma doença por conta do tratamento.

Os homeopatas são contra a vacinação das crianças?
Alguns especialistas radicais defendem que crianças que tomam vacinas ficam mais propensas a desenvolver determinadas doenças. Não existe nenhum estudo científico que comprove isso. Se o médico do seu filho te disser para parar de vacinar, melhor você avaliar se deve continuar o tratamento com ele. A vacinação é obrigatória para todo mundo. O calendário de vacinação do seu filho precisa estar sempre em dia. A vacina é um excelente e importante meio de proteção e defesa para a criança.


Autor: Marcela Farrás
Fonte: Site do Dr. Moises

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