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Síndrome do ovário policístico na adolescência
 
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30/09/2009

Síndrome do ovário policístico na adolescência

Essa disfunção é mais comum do que se possa imaginar

Nem sempre aquelas indesejadas espinhas são ocasionadas por um problema de pele, e aqueles quilos a mais também podem não ter ligação com o refrigerante da cantina da escola. Estes problemas, tão comuns na adolescência, podem ser ocasionados pela síndrome do ovário policístico.

Calma, essa disfunção é mais comum do que se possa imaginar. Uma em cada cinco mulheres apresentam sintomas desta síndrome. Irregularidade menstrual, problemas na pele como acne, queda de cabelo, oleosidade na pele, aumento de peso, aparição de pelos, inclusive na face, e dificuldade de ovulação, são fortes indícios de ovários policísticos.

Geralmente os sinais aparecem na puberdade, e são bastante confundidos com problemas dermatológicos, porém apenas um ginecologista, a partir de uma ultra sonografia, é capaz de fazer um diagnóstico preciso.

O tratamento é simples, pode ser feito a base de anticoncepcionais, que melhoram o sistema hormonal, diminuindo os problemas de pele, regularizando a menstruação e controlando o aumento excessivo de peso. E quando a paciente não pode tomar pílulas, outros métodos são avaliados, como exercícios e reeducação alimentar.

Um tratamento multidisciplinar nesse quadro, que une ginecologia, endocrinologia e dermatologia é de grande importância, pois possibilita a paciente compreender e cuidar de todos os aspectos da síndrome. A Athesis, clínica de medicina estética holística, tem essa preocupação e realiza um trabalho conjunto que compreende diversas áreas da medicina, e até acumputura. Todo o corpo de profissionais trabalha em conjunto para encontrar um tratamento completo.

“A visita ao ginecologista deve ser plano na vida das adolescentes mesmo antes da primeira menstruação, pois a falta de cuidado com a síndrome do ovário policístico pode causar hipertensão arterial, diabetes e hipercolesterolemia, que chamamos o conjunto de síndrome metabólica, com isso, aumentando a incidência de problemas cardiovasculares”, afirma Dra. Daniella Curi, ginecologista da clínica Athesis.
 


Autor: Manuela Pastore
Fonte: Absoluto Global Communication

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