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Diagnóstico tardio da hanseníase pode impossibilitar cura da doença
 
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21/01/2019

Diagnóstico tardio da hanseníase pode impossibilitar cura da doença

Mês dedicado ao combate e à prevenção da hanseníase traz reflexão sobre a importância do rápido diagnóstico

O último domingo de janeiro (27/01) está reservado para o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, uma forma de chamar atenção, alertar para a necessidade de se prevenir e derrubar estigmas sobre o assunto. A doença, que tem cura e não é hereditária, tem como principal agravante a dificuldade que médicos e profissionais da saúde possuem para identificar a doença de forma precoce.

O médico dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia - Secção RS (SBD-RS), Rodrigo Vettorato, explica quais são os primeiros sintomas da hanseníase e como identificá-los.

- É importante observar a presença de manchas na pele (manchas claras, escuras ou avermelhadas) com alteração de sensibilidade (o individuo não sente, ou sente pouco, calor frio ou dor nas lesões) – salienta o médico.

Rodrigo também aponta a importância da prevenção, de identificá-la com antecedência e saber diferenciar os sintomas da doença com os de outra patologia.

- É fundamental o diagnóstico precoce da doença. Se diagnosticado precocemente, o tratamento é tranquilo e não deixa sequelas. O problema é o diagnóstico tardio, quando o paciente já apresenta deformidades ou incapacidades sensitivo-motoras (lembrar que a hanseníase é uma doença principalmente dermatológica e neurológica). Com diagnóstico precoce, o tratamento é curativo e interrompe a cadeia de transmissão – finaliza Rodrigo Vettorato.

A hanseníase é uma doença contagiosa causada pela transmissão do Bacilo de Hansen, através da respiração. Ela se manifesta em diversos sintomas, como através de lesões na pele, ausência de sensibilidade à dor e ao tato em qualquer parte do corpo.

Embora os casos estejam diminuindo, o Brasil ainda concentra 12% dos casos da doença no mundo inteiro, são mais de 15 casos por 100 mil habitantes. Por isso, a hanseníase é caso de saúde pública e tem tratamento gratuito em todo o Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Em maio, a Sociedade Brasileira de Dermatologia - Secção RS, promove o 41° Simpósio Nacional de Dermatologia Tropical da SBD - Derma Trop, que tem em sua programação, entre outros assuntos a hanseníase. O evento ocorre dias 30 e 31 de maio e 1° de junho no Hotel Deville Prime, em Porto Alegre) 


Autor: Vitor Figueiró
Fonte: Play Press

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