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Novos casos de câncer no RS vão passar de 138 mil até 2022
 
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13/02/2020

Novos casos de câncer no RS vão passar de 138 mil até 2022

De acordo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), apenas em 2020 serão 46.060 novas ocorrências no Estado

A divulgação das novas estimativas de incidência de neoplasias no Brasil, realizada recentemente pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), mostra que o Rio Grande do Sul deverá ter 46.060 novos casos neste ano, totalizando 138,1 mil até 2022. Apenas em Porto Alegre, serão 6.440 novas ocorrências/ano chegando a 19.320 ao fim do triênio. As variações da doença que mais afetam a população gaúcha são os de próstata, entre homens, mama, entre mulheres, além do câncer de pele não melanoma em pessoas de ambos os sexos. 

De acordo com os dados do Inca, serão 3.980 novos casos de câncer de próstata em 2020 (46,28/100 mil habitantes) e 4.050 de mama e colo de útero (42,95/100 mil habitantes). Em relação ao câncer de tranqueia, brônquios e pulmão, a incidência é estimada em 2.300 novos casos em homens (30,07/100 mil habitantes) e 1.400 entre as mulheres (16,87/100 mil habitantes). Já para o câncer colorretal o Inca prevê 1.300 novos casos em 2020 entre os homens (18,95/100 mil habitantes) e 1.240 entre as mulheres (12,38/100 mil habitantes). 

Somando homens e mulheres, o câncer de pele do tipo não melanoma segue liderando no quadro geral de projeções no Estado. Para 2020, são esperados mais de 15 mil novos casos entre os gaúchos e quase 450 mil em todo o Brasil.  Assim, o tipo não melanoma corresponde a aproximadamente 30% de todos os tumores malignos registrados no país. 

A incidência de câncer no RS é mais baixa em comparação com as projeções da Região Sul. No câncer de mama, a Região Sul terá, em 2020, 71,16 novos casos para cada grupo de 100 mil habitantes, enquanto em câncer de próstata serão 62 casos/100 mil habitantes. Em relação ao câncer colorretal a incidência prevista entre homens é de 25,11 novos casos/100 mil habitantes e de 23,65/100 mil habitantes em mulheres. Já as neoplasias de traqueia, brônquios e pulmão afetarão 18,66 mulheres em cada grupo de 100 mil e 31,07 homens/100 mil. 

Neste cenário, 2020 desponta como um ano emblemático no tratamento do câncer, com a chegada de drogas inovadoras e tratamentos que prometem melhorar não só as chances de sobrevivência, mas também a qualidade de vida dos pacientes. 

“Alternativas de terapias cada vez mais personalizadas e individualizadas fazem com que o câncer se aproxime cada vez mais de se tornar uma doença considerada crônica, com benefícios efetivos à qualidade de vida do paciente”, é o que aponta o oncologista Bruno Ferrari, fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Oncoclínicas. 

Um dos destaques, nesse sentido, são as terapias conjugadas de quimioterapia com anticorpos, por exemplo, conforme ressalta o Dr. Carlos Barrios, do Grupo Oncoclínicas em Porto Alegre. “O que acontece, nesses casos, é que a combinação vai levar a quimioterapia diretamente para a célula cancerígena, focando o tratamento apenas nela, o que diminui a toxicidade para o organismo, ao mesmo tempo que aumenta a efetividade do tratamento”, afirma. 

Segundo ele, é importante frisar que, para alcançar bons resultados com essas terapias, um fator é primordial: conhecer profundamente o tipo de câncer e as características de cada paciente e cada célula, para atingir a doença com mais precisão. “É preciso estar equipado com tecnologia que identifique as alterações genéticas com detalhes. Não são muitos locais que oferecem esse tipo de tratamento”, afirma Dr. Barrios.


Autor: Vitória Piuco
Fonte: Moglia Comunicação

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