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Médicos indicam os exames de rotina por faixa etária
 
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24/01/2013

Médicos indicam os exames de rotina por faixa etária

Conheça os procedimentos essenciais para prevenir doenças e manter a saúde

Os exames de laboratório são poderosas armas da medicina para prevenir ou detectar doenças. Apesar de serem lembrados apenas quando algum problema de saúde aparece, uma série deles deve ser realizada anualmente para nos manter saudáveis ao longo da vida.  O R7 consultou um clínico geral, uma ginecologista, um pediatra e um geriatra que indicaram quais os exames de rotina essenciais para cada faixa etária, de crianças a idosos.  

Dos zero aos 20 anos

Os exames laboratoriais devem ser recomendados com parcimônia para crianças, ou seja, somente em casos realmente necessários. Essa é a orientação do médico pediatra e presidente do Departamento de Pediatria da APM (Associação Paulista de Medicina), José Hugo de Lins Pessoa.

Segundo Pessoa, a puericultura, que é a parte da medicina que se dedica aos cuidados com as crianças e adolescentes, está baseada na promoção da saúde, não em diagnósticos clínicos. Procure um pediatra se perceber qualquer alteração na saúde dos pequenos. Isso inclui programas de nutrição, imunizações (vacinas), vigilância de crescimento, auxílio psicológico em casos de acidentes e violência e orientações de atividades esportivas.

No entanto, alguns exames são mesmo essenciais para mantê-los saudáveis e mesmo vivos, principalmente quando nascem ou se tornam obesos ou alérgicos. O pediatra listou abaixo todos os exames (obrigatórios e recomendados) que quem tem de zero a 20 anos deve fazer.

Teste do pezinho (triagem neonatal): é feito 48 horas depois do nascimento. O sangue do bebê é colhido a partir de um furinho em seu calcanhar e segue para análise. O exame tem o objetivo de detectar doenças genéticas que podem se manifestar na criança no futuro. Pelo teste, os médicos podem ver a presença de anemia falciforme (destruição das células vermelhas do sangue), hipertireoidismo (excesso de funcionamento da tireoide), doenças do metabolismo como a fenilcetonúria (ausência ou deficiência de uma enzima, que causa retardo mental) e doenças infecciosas que podem alterar o desenvolvimento do bebê. O diagnóstico precoce permite o tratamento das doenças antes que os sintomas apareçam e tornem-se irreversíveis, como é o caso da deficiência mental. O exame é obrigatório e gratuito.

Teste do pezinho ampliado (triagem hereditária e metabólica): o exame é feito depois de 48 horas do nascimento a partir do mesmo procedimento do teste do pezinho tradicional. Mais completo, o exame oferece a checagem de mais de 30 doenças antes da aparição dos sintomas. É pago e não é obrigatório. Não está disponível no SUS (Sistema Único de Saúde).

Audiometria (triagem auditiva): o exame, feito por um fonoaudiólogo, avalia a audição da criança recém-nascida. Ele é importante para conferir como ela escuta as diferentes frequências dos sons e com qual intensidade.

Hemograma e colesterol: o exame de dosagem de colesterol pode ser realizado a partir do primeiro ano de vida em crianças que têm antecedentes familiares. Nessa idade, pode ser realizado também um hemograma para verificar anemia.

DSTs (doenças sexualmente transmissíveis): exames que indicam a presença de vírus da herpes, Aids, HPV e sífilis. É indicado para adolescentes que iniciaram a atividade sexual. Deve ser realizado somente com pedido médico do pediatra, que vai analisar o comportamento de risco do jovem (frequência das relações sexuais, número de parceiros e uso de preservativos).

Para grávidas

Veja os exames indicados pela ginecologista Nilma Antas Neves, presidente da comissão de trato genital da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), para as mulheres gestantes.

Hemograma: exame de sangue para detectar anemia.

Glicemia: detecta a presença de diabetes.

Urina tipo 1:
detecta infecções urinárias e doenças renais ocultas.

VDRL: para detectar a presença de sífilis (doença sexualmente transmissível que, se não tratada, pode ocasinar problemas para a saúde ao bebê).

Tipo sanguíneo: detecta o tipo de sangue da futura mãe. Em caso de RH negativo, é necessário acompanhamento médico diferenciado.

HIV: detecta a presença do vírus da Aids. Caso seja constatado, o tratamento é direcionado para não passar a doença para o bebê.

Sorológicos: exames para detectar rubéola, toxoplasmose e hepatites B e C.


Dos 20 aos 65 anos - mulheres


A ginecologista Nilma Antas Neves, presidente da comissão de trato genital da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), recomenda às mulheres fazerem exames de rotina sempre, mesmo que estejam se sentindo saudáveis.

- A mulher deve fazer os exames de forma rotineira, mesmo que ela não sinta nada, pois eles servem para rastrear certos cânceres que são mais frequentes em determinadas faixas etárias ou que aparecem de forma precoce.

Além dos exames de sangue, a mulher tem de fazer essencialmente os segunites exames:

Papanicolau: também conhecido como preventivo ginecológico ou citologia oncótica do colo uterino, verifica infecções e alterações nas células do colo do útero (parte mais baixa do útero, que o liga à vagina), além de infecções por fungos, herpes e verrugas no órgão genital feminino. O exame deve ser feito anualmente um ano depois do início da atividade sexual. Seu objetivo é prevenir o aparecimento do câncer no colo do útero.

Ultrassom transvaginal: pela introdução de um pequeno bastão em forma de tubo na vagina, é possível detectar doenças ginecológicas como cistos no ovário, miomas e tumores, além de prevenir ou detectar câncer de endométrio e ovário. O exame deve ser realizado anualmente a partir dos 40 anos, ou antes, dependendo de fatores de risco como infecções ou vida sexual promíscua.

Mamografia: o exame de avaliação das mamas é feito por raio-X. O primeiro deve ser feito entre 35 e 40 anos. Após os 40, uma vez por ano. O objetivo da análise é prevenir ou detectar o câncer de mama. Detalhe: homens e mulheres podem desenvolver o câncer.

Densitometria óssea: o exame mede a densidade dos ossos e a possível perda de massa óssea, além de prevenir ou detectar a osteoporose (perda anormal da massa óssea). Em mulheres, o exame deve ser feito anualmente após a menopausa, e nos homens, a partir dos 60 anos.

Dos 20 aos 65 anos - homens e mulheres


O clínico geral e presidente do Departamento de Clínica Médica da APM (Associação Paulista de Medicina), André Jaime, indicou os exames necessários que devem ser feitos por homens e mulheres de acordo com suas respectivas faixas etárias. Mas salientou que nem todas as doenças podem ser diagnosticadas por meio de exames.

- As pessoas têm a impressão de que se os exames estiverem normais, elas estão saudáveis, e isso não é verdade. Se não for feito um raciocínio clínico, o exame alterado também não faz o diagnóstico.

Ele dá como exemplo as doenças de fundo emocional, como ansiedade e depressão, que não precisam de exames para ser diagnosticadas.

Exames de sangue: têm a função de verificar se os compostos e nutrientes que formam o sangue estão regulares. Como existem centenas deles no organismo, nem sempre o médico precisa de tanta informação para saber sobre sua saúde.

Por isso, o clínico geral listou abaixo apenas os exames de sangue de rotina que são recomendados para homens e mulheres a partir dos 30 anos. Pessoas com infecções, baixa imunidade ou histórico familiar de doenças podem fazê-los quando mais jovens, desde que apresentem o pedido médico.

Verificação de sódio, potássio, cálcio ionizado, magnésio e fósforo: esses exames analisam os índices de cada nutriente no sangue. Valores muito altos ou muito baixos podem indicar risco de doenças ou até a morte, em casos extremos. A falta ou excesso de sódio no sangue pode provocar sonolência e desequilíbrio de líquidos; a de potássio, câimbras; de cálcio, o hipoparatireoidismo (quantidades insuficientes do hormônio da paratireóide); do magnésio, hipertensão e queda da resistência; do fósforo, lesões ósseas. O exame pode ser feito anualmente a partir dos 30 anos.

Ureia e creatinina: o exame avalia a função dos rins e detecta possíveis alterações, como insuficiência renal. Pode ser feito anualmente a partir dos 30 anos.

Urina Tipo 1 (EAS): o exame detecta infecções urinárias e doenças renais ocultas. Pode ser feito anualmente a partir dos 30 anos.

TGO (Transaminase Glutâmico Oxalacética) e TGP (Transaminase Glutâmico Pirúvica): ambos os exames detectam disfunções no fígado. Valores elevados indicam lesões nas células hepáticas e algum tipo de hepatite. Pode ser feito anualmente a partir dos 30 anos.

Ácido úrico: o ácido é o responsável pela metabolização de algumas proteínas pelo organismo. Níveis alterados podem detectar cálculo renal, gota, hipertensão e doenças cardiovasculares. Pode ser feito anualmente a partir dos 30 anos.

Colesterol total e frações: o exame mede o nível de colesterol no sangue. Pode ser feito todo ano, a partir dos 30 anos. Mas pode ser pedido antes, dependendo de fatores de risco como obesidade ou histórico familiar.

Triglicérides: moléculas compostas de colesterol e glicerol (tipos de gorduras), as triglicérides podem ser produzidas pelo organismo ou ingeridas por meio de alimentos. O exame detecta os valores presentes no sangue, que podem ser normais, altos ou baixos. Se o nível estiver alterado, aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Pode ser feito anualmente a partir dos 30 anos. Mas pode ser pedido antes, caso o paciente apresente fatores de risco como obesidade ou histórico familiar.

Glicemia de jejum: o exame previne e detecta o diabetes (deficiência de produção ou ação da insulina que causa o aumento anormal de glicose no sangue). Deve ser feito após jejum mínimo de oito horas. É indicado para ser realizado uma vez por ano, a partir dos 30 anos. Mas a solicitação pode ser feita pelo médico antes, caso o paciente seja obeso ou tiver histórico familiar da doença. É importante que seja feito todos os anos, a partir dos 60 anos.

Glicemia pós-prandial: o exame previne e detecta o diabetes. Deve ser feito de uma a duas horas após a refeição. O objetivo é avaliar a concentração de glicose no sangue depois da ingestão de alimentos. O nível de glicose no sangue, que normalmente sobe depois de comer, volta ao normal de duas a três horas após a refeição, se a pessoa for saudável. No diabético, o nível se apresenta mais elevado e permanece por mais tempo no sangue. O exame pode ser feito anualmente a partir dos 30 anos. É importante que seja feito todos os anos a partir dos 60.

Sorologia: exames sorológicos verificam se existem anticorpos ou determinados vírus no sangue como os da hepatite B e C, HIV, toxoplasmose (infecção causada por contato com dejetos de animais, em especial gatos), mononucleose e citomegalovírus (herpes). Todos devem ser feitos anualmente após os 20 anos ou a partir do início da atividade sexual e por usuários de drogas injetáveis.

Para prevenir e detectar problemas cardiovasculares e câncer:
o clínico geral também prioriza os exames que têm a função de prevenir ou detectar problemas cardiovasculares e tipos de câncer em homens e mulheres. Podem ser realizados uma vez por ano por pessoas saudáveis, de acordo com a faixa etária indicada.

Proteína C Reativa (PCR): tipo especial de proteína produzida pelo fígado, que só aparece quando há infecções. Por isso, o exame é importante para detectá-la, diferenciando infecções virais das bacterianas. Índices altos e baixos de PCR indicam doenças autoimunes como artrite reumatóide (PCR alta) e lúpus (PCR baixa). É recomendável fazer o exame anualmente a partir dos 30 anos, ou antes, em casos de fatores de risco.

Raio X de tórax: geralmente é realizado quando o paciente apresenta tosse persistente, expectoração com sangue e dor ou lesão torácica. A análise previne ou detecta câncer de pulmão e tuberculose, fibrose pulmonar (cicatrização do pulmão que causa falta de ar) e enfisema pulmonar. É indicado fazer uma vez por ano a partir dos 40 anos. Para fumantes e não-fumantes.

Homocisteína: é um aminoácido produzido pelo organismo depois da ingestão de carnes e laticínios. Se ingerido em excesso, aumenta o risco de criação de coágulos e entupimento das artérias, provocando a formação de depósitos de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos. O exame que detecta a quantidade de homocisteína no sangue pode prevenir o diagnóstico de doenças cardiovasculares. É indicado fazer uma vez ao ano a partir dos 30 anos.

Teste ergométrico (ou de esforço): o exame mede a capacidade cardíaca e possíveis doenças cardiovasculares, como aterosclerose e hipertensão, por meio de exercícios físicos na esteira ou na bicicleta ergométrica. É indicado fazer uma vez ao ano a partir dos 30 anos.

Endoscopia e colonoscopia: a introdução de um tubo flexível nas regiões oral (endo) e anal (colo) investiga doenças no esôfago, estômago, intestinos e ânus e previne ou detecta cânceres nessas regiões. É indicado fazer uma vez ao ano a partir dos 30 anos. Depois dos 50, é essencial para prevenir ou detectar cânceres. Ambos podem ser realizados antes em casos de suspeita de gastrite, refluxo, câncer de esôfago, de estômago e de intestinos.

Exame da próstata: são três os exames necessários para detectar o câncer de próstata (uma glândula masculina que envolve a uretra e produz o líquido prostático, que vai compor o sêmen. Do tamanho de uma azeitona, está localizada entre a bexiga e o reto): o toque retal (introdução do dedo indicador, coberto por uma luva, no ânus do paciente), a ultrassonografia transretal (introdução de aparelho com microcâmera no ânus) e o exame de sangue PSA (antígeno prostático-específico), que mede os níveis de uma substância relacionada a alterações na próstata. É recomendável fazer o primeiro exame de próstata a partir dos 40 anos. Aos 50, deve-se fazê-lo anualmente, pois o risco de câncer aumenta com a idade.

Exame de fezes (protoparasitológico de fezes): é realizado para identificar a presença de parasitas, ovos, larvas e protozoários no organismo. Também pode detectar câncer no intestino. Pode ser feito anualmente desde a infância. A partir dos 30 anos, recomenda-se fazê-lo anualmente.

A partir dos 60 anos


O geriatra Omar Jaluul, presidente da sessão paulista da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia), indica os exames que devem virar rotina na vida de homens e mulheres a partir dos 60 anos. Mas alerta para exageros desnecessários. Para Jaluul, o ideal é fazer apenas os exames que o médico solicitou, sem se submeter aos checkups ultracompletos que existem no mercado.

- Checkup é fundamental, mas o exagero no número de exames é ruim. Precisa ser feito o essencial: ir ao médico, fazer o indicado, mas parar por ai. Não tem que ficar procurando coisas muito diferentes onde não há sintomas.

Pressão arterial: verifica o nível da pressão arterial e indica possíveis alterações (alta ou baixa). A pressão arterial é determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo. Ela é considerada normal quando está em 120x80 mmHg (milímetros de mercúrio) e se não ultrapassar 130x85 mmHg. Em caso de pressão ao alta, esse número fica acima de 140x90 mmHg, o que pode acarretar desmaios, ataque cardíaco e, em casos extremos, a morte. A pressão baixa (menor do que 120x80 mmHg) não preocupa tanto os médicos. Mas níveis muito baixos de pressão provocam sonolência, tonturas, desmaios e até a morte.

Exames básicos de sangue:

Hemograma: o exame de coleta do sangue pode detectar anemia. Deve ser feito uma vez por ano a partir dos 60 anos.

Ureia e creatinina: exame para checar as funções renais e possíveis alterações, como insuficiência renal. Deve ser feito uma vez por ano, a partir dos 60 anos.

TSH (hormônio estimulante da tireoide): o exame é indicado para detectar alterações na produção de hormônios da tireoide. O TSH é um hormônio que regula a produção dos hormônios tireoidianos (T3 e T4). Quando a produção está alta, o nível de TSH diminui, e quando está baixa, aumenta, para estimular a produção dos hormônios da tireoide. O nível baixo do TSH indica hipertireoidismo. Se o nível de TSH é alto, indica hipotireoidismo. Deve ser feito uma vez por ano, a partir dos 60 anos.

Glicemia de jejum: o exame detecta o diabetes (deficiência de produção ou ação da insulina, que causa o aumento anormal de glicose no sangue). Deve ser feito a partir dos 60 anos.

Colonoscopia: o exame pode detectar precocemente o câncer nos intestinos (grosso e delgado). Deve ser feito uma vez por ano a partir dos 50 anos. Se tiver casos na família, é indicado fazer o primeiro exame aos 40 anos. O câncer no intestino grosso também pode ser detectado por um exame chamado pesquisa de sangue oculto nas fezes, já que cânceres e pólipos instalados no intestino podem sangrar em pequenas quantidades, invisíveis a olho nu. No exame, é possivel enxergá-lo nas amostras, que devem ser colhidas três vezes por ano.

Papanicolau: a partir dos 65 anos, se o exame apresentar resultado normal durante três anos seguidos, ele pode ser suspenso, desde que a mulher não tenha vida sexual promíscua. O exame tem a função de detectar câncer de colo do útero.

Mamografia: o exame de avaliação das mamas é feito por raio-X. O primeiro deve ser feito entre os 35 e 40 anos. Após os 40, uma vez por ano. O objetivo da análise é prevenir ou detectar o câncer de mama. Detalhe: homens e mulheres podem desenvolver o câncer.

Densitometria óssea: assim que completar 65 anos ou depois da menopausa, o exame deve ser realizado na mulher a cada dois anos para prevenir a osteoporose (perda anormal da massa dos ossos). O exame mede a densidade dos ossos e a possível perda de massa óssea.

Teste ergométrico (ou de esforço): o exame mede a capacidade cardíaca e verfica a existência de doenças cardiovasculares, como aterosclerose e hipertensão, por meio de exercícios físicos na esteira ou na bicicleta ergométrica. É indicado fazê-lo uma vez por ano a partir dos 30 anos. A partir dos 60, é fundamental para quem pretende começar uma atividade física.

Exame da próstata: detecta o câncer de próstata, uma glândula masculina que envolve a uretra e produz um líquido que compõe o sêmen. Do tamanho de uma azeitona, está localizada entre a bexiga e o reto. Para detectar o câncer é necessário fazer três exames complementares: o toque retal (introdução do dedo indicador coberto por uma luva no ânus do paciente), a ultrassonografia transretal (introdução de aparelho com microcâmera no ânus) e o exame de sangue PSA (antígeno prostático-específico), que mede os níveis de uma substância relacionada a alterações na próstata. É recomendável fazer o primeiro exame de próstata depois dos 40 anos. Aos 50, deve-se fazê-lo uma vez por ano, pois o risco de câncer aumenta com a idade.

Ultrassom de abdômen: exame indicado para homens fumantes, detecta aneurisma de aorta (dilatação da artéria aorta, que pode se romper). É recomendado fazer o primeiro exame a partir dos 50 anos. Não é indicado para mulheres dessa faixa etária porque, segundo o urologista, o índice de mulheres que fumam nessa idade é muito menor do que o dos homens. O paciente só deve voltar a fazer o exame se for detectado algum problema na artéria.
 


Autor: Camila Neumam
Fonte: Portal R7

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