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Métodos bioanalíticos: glicosamina, flunarizina e tenofovir

O Instituto de Ciências Farmacêuticas de Estudos e Pesquisas sai na frente e disponibiliza em seu banco de métodos analíticos validados o estudo de quatro novas moléculas: digoxina, glicosamina, flunarizina e tenofovir, este último é indicado, em associação com outros agentes anti-retrovirais, para o tratamento da infecção por HIV-1. O centro de pesquisa, localizado em Goiânia, tem um dos mais modernos laboratórios de bioequivalência do país, e atende as indústrias farmacêuticas nacionais e internacionais.

De acordo com o Iram Mundim, gerente analítico de bioequivalência, as novas moléculas estruturas complexas e por isso o desenvolvimento analítico representou um desafio para a equipe do ICF. "Um exemplo é a glicosamina, medicamento usado no tratamento da artrose. Um fator que dificultou o desenvolvimento do método foi o fato desta substância ser endógena e possuir características muito parecidas com outros açúcares produzidos pelo organismo", explica.

Outro método desenvolvido pelo ICF permite a realização de estudos de flunarizina, que é utilizada para o tratamento de alterações de memória e dificuldade de concentração. Este medicamento ainda não tem sua versão genérica no Brasil, o que pode ser uma boa oportunidade para os laboratórios farmacêuticos.

Além destes novos métodos, o ICF possui experiência com mais de 140 fármacos, como por exemplo, digoxina, levonorgestrel, fluticasona, triancinolona, carbidopa e benserazida.

Iram também destaca que para as indústrias farmacêuticas a agilidade é fator de sucesso no lançamento de seus produtos. "A bioequivalência está bem difundida no país. Desta forma os patrocinadores tem buscado viabilizar seus estudos em centros que já possuem os métodos analíticos desenvolvidos", diz.

Autor: Redação
Fonte: ICF Soluções em Pesquisa

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