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Saúde Geral

Quem pode ser doador de medula óssea?

No dia 21 de setembro em que se comemora o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea, médico hematologista esclarece dúvidas

17/09/2019 Redação Fonte: Naves Coelho Comunicação Compartilhar:
Quem pode ser doador de medula óssea?
Foto: Freepik

Atualmente, comemora-se o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea, no terceiro sábado de setembro, que este ano será no dia 21. Uma importante data para lembrar que a chance de se identificar um doador compatível na fase preliminar é de até 88%. O Brasil possui o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo, com mais de 4 milhões e 600 mil doadores cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

A probabilidade de encontrar uma medula óssea compatível é, em média, de 1 em 100 mil. Por isso, é necessário um extenso número de doadores cadastrados, pois quanto mais doadores, maiores as chances de se encontrar um que seja compatível.

De acordo com o Dr. Guilherme Muzzi, hematologista e coordenador do serviço de transplante de medula óssea do hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte (MG), doenças como as leucemias, anemias severas, aplasia, imunodeficiências e outras deficiências hematológicas comprometem a produção normal de células sanguíneas. “Para estas doenças, muitas vezes, o transplante de medula óssea é a única forma de tratamento”, diz.

Os candidatos a doação de medula óssea devem ter entre 18 e 55 anos de idade e possuírem boa saúde, ou seja, não podem ter doença infecciosa, cânceres ou doenças imunológicas. “Se o doador for compatível com o paciente, ele será convocado pelo Hemominas, onde receberá uma avaliação médica para constatar se ele está apto para a doação”, explica Dr. Guilherme.

Ainda de acordo com o médico, serão repetidos todos os exames necessários para garantir que essa medula chegue de uma maneira saudável para o doador e também para que não ocorra nenhum tipo de risco para quem está doando.

Para doação de medula óssea – tanto diretamente da medula óssea quanto da medula através do sangue periférico, o paciente tem um acompanhamento médico intensivo e o risco é pequeno. Atualmente, são mais de 80 doenças com recomendações de transplante de medula óssea. 

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