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Pets, carinho e a demência

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20/12/2023 Simone Cordeiro Fonte: Naves Coelho Comunicação Compartilhar:
Pets, carinho e a demência
Foto: Divulgação

De acordo com um estudo publicado na edição de dezembro da revista científica Preventive Medicine Reports, pessoas com mais de 65 anos e que são tutores de cachorros têm 40% menos probabilidade de desenvolver demência.

Essa pesquisa foi realizada no Japão e teve acompanhamento de 11.194 idosos com idades entre 65 e 84 anos por um período de quatro anos. Como esperado, o estudo mostrou que ter um pet faz sim toda diferença na saúde das pessoas da terceira idade, porém, não basta apenas tê-lo em casa, é preciso, acima de tudo, cuidar do animal.

Embora a probabilidade de desenvolver demência fosse maior para os tutores de cães que não praticavam exercícios regularmente e estavam socialmente isolados, ainda era menor que a observada naqueles que não tinham o animal de estimação e não praticavam exercícios ou socializavam. É válido lembrar que, segundo o Ministério da Saúde, a doença acomete 2 milhões de brasileiros.

Para não ficar dúvidas, a rotina de cuidados com o pet, como levar para passear, ir ao veterinário ou para fazer algum treinamento é o que contribui para a atividade cerebral. Por isso, é recomendado que o tutor crie desde o primeiro dia alguns hábitos de relacionamento com o bicho de estimação. Todo esse cuidado poderá se converter num quadro melhor de saúde mental.

Cachorros são como crianças, como filhos! Por instinto, todos os dias pedem água, comida, atenção e outros cuidados. Tais demandas fazem com que as pessoas mantenham o cérebro ativo e mais saudável.

A demência se caracteriza pelo declínio cognitivo, com uma condição grave de perda de memória, incluindo dificuldades de linguagem, resolução de problemas e outras atividades de pensamento que interferem na vida diária e na independência dos pacientes. De acordo com a Associação de Alzheimer, a doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência entre idosos, representando de 60% a 80% dos casos. O imprescindível é saber que ela pode ser evitada.

A autora é Simone Cordeiro, diretora-comercial da Au!Happy, operadora de plano de saúde para pets pioneira no país 

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