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Hospital Moinhos de Vento leva inovações no tratamento do AVC para congresso mundial

Neurologistas da instituição gaúcha e convidados debatem novas tecnologias para qualificar diagnóstico e tratamento dos pacientes

16/03/2020 Redação Fonte: Moinhos / Critério Compartilhar:
Hospital Moinhos de Vento leva inovações no tratamento do AVC para congresso mundial
Foto: Arquivo Dra. Sheila Martins

Tecnologias que começam a ser utilizadas de forma pioneira nos Estados Unidos, como o uso de um robô para a realização de cateterismo e aplicativos de celular que identificam quando alguém está sofrendo um AVC, estarão em pauta num dos maiores eventos mundiais sobre a doença. Elas serão abordadas pelo neurocirurgião e professor da Universidade de Chicago, Demetrius Klee Lopes. Ele é convidado do Hospital Moinhos de Vento para o Simpósio Desafiando o Impossível, espaço que integra a programação do Global Stroke Alliance, que vai até sábado, no Rio de Janeiro. 

Dois painéis reúnem especialistas da instituição gaúcha e convidados internacionais na tarde desta sexta-feira (13). Além do neurocirurgião norte-americano, o médico Leonardo Vedolin falará sobre Medicina Diagnóstica e o que esperar da tecnologia do futuro. Ele trabalha com estudos e ferramentas que utilizam inteligência artificial para reduzir a chance de erro nas avaliações de enfermidades. O especialista defende que o uso de algoritmos aumenta a eficácia de um diagnóstico e servem de suporte para que o profissional consiga analisar mais laudos em menos tempo, priorizando casos mais urgentes. Vedolin é diretor-executivo de Imagem e Patologia da DASA – empresa de medicina diagnóstica que atua no Brasil e em países da América Latina.           

A chefe do Serviço de Neurologia do Hospital Moinhos de Vento, Sheila Martins, ressalta que a programação do Simpósio Desafiando o Impossível está em linha com os investimentos em tecnologia, inovação e inteligência artificial, o que torna a instituição uma referência em AVC. “Novas estratégias de diagnóstico automatizado, desde a ambulância até o uso de robótica nos tratamentos mais avançados e complexos à distância, nos trarão acesso aos melhores tratamentos mesmo em áreas sem especialistas. E isso num futuro bem próximo”, explica. A neurologista mediará os painéis com o superintendente médico do hospital, Luiz Antonio Nasi. 

Entre as experiências que o Moinhos de Vento levará para o simpósio está a utilização do e-STROKE Suite. Trata-se de um pacote de soluções integradas de inteligência artificial para automatização de perfusão cerebral, angiotomografia e tomografia. A tecnologia permite aumentar a chance de pacientes com AVC isquêmico receberem tratamento de urgência, incluindo aqueles pacientes que acordam com sintomas e na maioria das vezes não poderiam ser tratados. Além de aumentar a possibilidade de tratar mais pacientes, diminuindo ou até evitando as sequelas, ela reduz os custos e o tempo do tratamento nos casos especiais que necessitariam de ressonância de urgência e agora não vão mais precisar. O hospital de Porto Alegre foi o primeiro da América Latina a oferecer a tecnologia, há um ano.

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