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Obesidade, bariátrica e o risco do novo coronavírus

Reino Unido incluiu obesos no grupo de risco, mas pacientes bariátricos estão menos vulneráveis

20/03/2020 Camila Veiga Fonte: Assessoria de Imprensa Compartilhar:
Obesidade, bariátrica e o risco do novo coronavírus
Foto: Divulgação

Nesta semana, segundo informações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), o Reino Unido atualizou as orientações gerais sobre a pandemia do novo coronavírus e incluiu pessoas obesas com Índice de Massa Corporal (IMC) de 40kg/m² na lista de risco do covid-19, criando um novo alerta, visto que mais de um quinto da população brasileira é obesa, segundo estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A correlação se justifica no fato da obesidade ser também uma doença crônica associada a outros fatores de risco, como diabetes, problemas respiratórios e cardiovasculares e hipertensão.

A informação aumentou as incertezas de pacientes que já realizaram a cirurgia bariátrica ou que fazem uso do balão intragástrico para perda de peso. Contudo, o médico especialista em cirurgia geral e referência nestes procedimentos, Dr. Fábio Strauss, traz boas notícias para quem já reduziu seu peso.

“Pacientes que passaram por procedimentos e diminuíram seu peso corporal, promoveram também a melhora de problemas como hipertensão e diabetes. Agora, fora dos padrões de obesidade e com o metabolismo funcionando de forma mais saudável, eles ficam fora do grupo de risco do novo coronavírus”, explica Strauss. Além disso, segundo o médico, estes pacientes já adotaram dietas balanceadas e praticam atividades físicas, o que favorece a imunidade.

Por que o risco?

Os portadores de doenças crônicas fazem parte do grupo de risco do coronavírus por estarem mais vulneráveis a complicações sérias em qualquer infecção. Segundo os Relatórios da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, por exemplo, quem tem diabetes está entre os mais suscetíveis ao covid-19 porque, devido ao sistema imunológico mais comprometido, alguns sintomas da infecção demoram a aparecer.

A prevenção é para todos

Dr. Fábio Strauss alerta que, embora afastados do grupo de risco, é fundamental que todos se previnam do contágio do covid-19 e assim preservem o bem-estar de quem tem a saúde debilitada. O alarmante vírus que gerou a epidemia disseminada por diversos países, o que chamamos de pandemia, pode ser evitado com hábitos como:

  • Ficar em casa o máximo de tempo possível;
  • Alimentar-se bem e manter-se ativo, adaptando alguns exercícios dentro de casa;
  • Lavar as mãos com frequência e usar álcool em gel quando disponível;
  • Evitar tocar a boca, nariz e olhos;
  • Evitar aglomerações;
  • Não compartilhar o chimarrão;
  • Não cumprimentar as pessoas com apertos de mãos, abraços ou beijos. 
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