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Gaúcho tem queda na renda no período da pandemia

Pesquisa indica que 25,3% dos trabalhadores das pessoas, apresentaram queda na receita familiar no período

22/05/2020 Redação Fonte: UFFIZI Compartilhar:
Gaúcho tem queda na renda no período da pandemia
Foto: Divulgação

Mais de um terço da população economicamente ativa do Rio Grande do Sul tiveram redução de renda após o começo das restrições impostas pela proliferação do Covid-19 no estado. Essa é um dos resultados da pesquisa Pandemia 2020 realizada pela RECLAB, empresa especializada em informações e pesquisa e com atuação há mais de 25 anos, e apoio da Uffizi Comunicação e Relacionamentos, agência de Comunicação com foco em relacionamento com a imprensa há 20 anos.

O levantamento foi realizado entre os dias 05 e 10 de maio, com questionário através de plataforma online, e respondido por 538 gaúchos. A maioria possui curso superior e renda familiar média acima de R$ 5.200,00 mensais.

Conforme Suzana Carvalho, diretora da RECLAB, 25,3% dos gaúchos que participaram da pesquisa, afirmam estar sem nenhuma fonte de renda durante esse período, percentual que sobe para 36,6% entre aqueles que estão com renda reduzida. Os informaram que não tiveram qualquer alteração em sua renda mensal são 35% do total de respondentes.

“Esse cenário tem impactado o comportamento das pessoas, alterando tanto nos hábitos do dia a dia como alimentação ou atividade física como a queda no volume de renda familiar”, comenta Suzana.

O levantamento indicou que 39,5% das pessoas mudaram seus hábitos alimentares para pior, durante a quarentena. A maior queda na qualidade alimentar são dos jovens de até 35 anos (50,1%). A pesquisa também apontou que 63,1% dos respondentes diminuíram atividades físicas durante a pandemia.

“Entre as pessoas com até 35 anos, 72% diminuíram as atividades físicas e 43,3% de pessoas com renda de até R$ 5.200 diminuíram muito ou pararam de fazer exercícios”, diz a coordenadora do levantamento Pandemia 2020. 

A quarentena também tem provocado um crescimento no consumo de filmes e séries, trabalhos domésticos, incluindo cozinhar, trabalhar em home office, entre outras atividades.

A pesquisa revela ainda que, os gaúchos participantes do estudo, estão usando mais os serviços de e-commerce  oferecidos pelas empresas, mas ainda existe a preferência pela compra direto no ponto de venda. Algumas redes de supermercados e farmácias oferecem serviços de e-commerce, mas a maioria prefere as compras direto nas lojas (66,7%). Jovens de até 35 anos são os que mais realizam essas compras no ponto de venda (75%).

Conforme as respostas do levantamento, entre os serviços de e-commerce mais utilizados estão os aplicativos de comida (27,9%), aplicativos ou sites de supermercados e principalmente de farmácias (37%). No momento da compra online, os consumidores indicam que o mais importante é o preço (61,3%), mas o tempo e valor da entrega também contam muito. Marca é outro atributo importante para 34,6% das pessoas.

“Um percentual de 29% das pessoas indicou que trocaram alguma marca de produto que costumavam utilizar, principalmente por preço ou indisponibilidade destes”, comenta a diretora da RECLAB.

O comportamento desses consumidores também apresentou mudanças durante a pandemia. Conforme a pesquisa, um total de 65,3% se sente seguros em frequentar estabelecimentos comerciais que respeitem normas estabelecidas pela saúde, e 90% acreditam que o uso de máscaras é uma boa medida para conter a pandemia. “Entre os serviços que estão fechados, o que as pessoas mais sentem falta é de bares e restaurantes (75,6%) e o comércio (65,3%). Os produtos que as pessoas mais têm mais comprado são alimentos, produtos de limpeza e medicamentos, ao contrário de vestuário e presentes em geral”, diz Suzana.

Sobre os hábitos nas redes sociais, a diretora da RECLAB comenta que a pesquisa indicou um aumento expressivo no uso de redes sociais. Segundo o levantamento, 74% das pessoas aumentaram o tempo que passam nas redes sociais, em especial aquelas com renda até R$ 5.200. Para 69,3% das pessoas ouvidas, a situação da pandemia vai permanecer igual ou piorar nos próximos 30 dias”, diz Suzana Carvalho.

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