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Pesquisa da Fecomércio-RS avalia como a crise do Coronavírus tem afetado varejistas de vestuário

A pesquisa aponta que apesar da flexibilização, vendas continuam abaixo de 2019 para a maioria dos entrevistados

01/01/2021 Redação Fonte: Assessoria de Comunicação Fecomércio-RS Compartilhar:
Pesquisa da Fecomércio-RS avalia como a crise do Coronavírus tem afetado varejistas de vestuário
Foto: Divulgação

Durante os dias 30 de novembro a 15 de dezembro de 2020, a Fecomércio-RS realizou a segunda rodada do ano da Sondagem de Segmentos – Varejo de Vestuário. No total, foram realizadas 385 entrevistas em todo o estado com estabelecimentos do Simples Nacional. Os artigos de vestuário, segundo a SEFAZ, tem sido as mercadorias que mais tem sofrido queda de vendas desde o início da pandemia.   

Entre os entrevistados, 53,2% dos negócios tinham mais de 10 anos de existência e 62,3% tinham até 5 pessoas trabalhando. Os dados mostram que desde o início da pandemia, apenas 7,0% afirmaram apresentar aumento de faturamento no período na comparação com o ano passado apesar de 88,3% terem aplicada medidas para evitar queda de vendas no período – estratégias essas adotadas em caráter permanente após a flexibilização das atividades. Entre os entrevistados, 28,3% continuam com colaboradores com jornada e salários reduzidos ou suspensos. Questionados sobre a retomada das vendas a partir de setembro, apenas 16,1% dos entrevistados afirmaram que as vendas já estão em nível igual ou superior ao mesmo período de 2019. Sobre as dificuldades de reposição de estoques, 43,9% afirmaram ter dificuldades pontuais com alguns fornecedores e alguns produtos, enquanto 16,6% afirmaram que têm dificuldades generalizadas.

“O varejo de vestuário acumulou perdas inimagináveis em 2020. Como os estoques são fortemente atrelados à estação, muitos se viram com estoques lotados ao mesmo tempo que enfrentavam a dificuldade de disponibilidade de produtos para oferecer a seus consumidores. Esperamos e estamos trabalhando para que uma situação como a que vimos em 2020 nunca mais se repita”, completou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS.

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