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Intenção de Consumo das Famílias aumenta em novembro

Apesar do aumento, pesquisa segue revelando cautela dos consumidores na hora das compras

25/11/2022 Redação Fonte: Assessoria de Comunicação da Fecomércio-RS Compartilhar:
Intenção de Consumo das Famílias aumenta em novembro
Foto: Divulgação

A Fecomércio-RS divulga nesta sexta-feira, dia 25, a edição de novembro da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias do Rio Grande do Sul (ICF-RS). Nesta edição, a pesquisa registrou 76,8 pontos, apresentando variação de 2,2% ante outubro de 2021 e recuo de 1,7% em relação a novembro de 2021.

Depois de passar a marca dos 70 pontos em agosto de 2021, o indicador ficou “patinando” ao redor dos 76 pontos. “Em linhas gerais, os indicadores mostram que temos uma situação atual melhor, mas perspectivas que não empolgam. Diante desse quadro de intenção de consumo, os lojistas precisam ser ainda mais assertivos nas suas estratégias de vendas pois para vender para alguém cauteloso sempre é mais difícil”, comentou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS.

Apesar de todos os subindicadores permanecerem abaixo dos 100 pontos (campo pessimista dos indicadores), a percepção sobre a situação do Emprego Atual, da Renda Atual e de Acesso a Crédito foram os que registraram mais proximidade com a neutralidade, registrando 98,2 pontos, 94,6 pontos e 98,7, respectivamente. Apesar de alguns reveses, o indicador referente ao emprego atual tem aderência às estatísticas oficias do mercado de trabalho. O mesmo acontece com o indicador de renda atual. Chama a atenção o indicador de acesso a crédito que já cresce há cinco meses na comparação com o mês anterior, apesar da alta significativa de juros.

Na análise de indicadores ligados ao consumo, o Nível de Consumo atual cresceu 4,4% na margem e atingiu os 78,3 pontos. Em comparação com novembro 2021, esse resultado representou uma alta de 6,8%. Esses aumentos podem estar ligados à dinâmica do mercado de trabalho e também à inflação que reduziu de ritmo nos últimos meses.

O indicador de Momento para Duráveis, em 39,3 pontos, continua como o indicador persistentemente mais baixo entre os subindicadores do ICF. Na margem houve avanço de 2,4% e recuo de 34,4% frente ao mesmo período do ano anterior. Já nas expectativas, a perspectiva profissional atingiu a marca de 56,3 pontos e teve queda de 1,9% no mês. Já a perspectiva de consumo atingiu os 72,1 pontos e apresentou avanço de 1,8% no mês. Na comparação interanual, o primeiro registrou queda de 22,7% e o segundo, crescimento de 13,7%. 

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