NEWS
Vozes do Advocacy e ADJ Birigui promovem capacitação em diabetes Banrisul alcança lucro líquido de R$ 221,6 milhões no 1º trimestre de 2026 Edição 2026 do Top Ser Humano e Top Cidadania tem recorde de cases inscritos Unimed Porto Alegre reforça importância da vacinação contra gripe Recall é mais rápido e preciso com o padrão GS1 de identificação e rastreabilidade Sebrae RS fortalece presença do vinho gaúcho na Wine South America 2026 De marca artesanal à presença internacional: de la Guardia avança com apoio do Sebrae RS Feevale promove aula gratuita sobre técnica de massagem para bebês Sebrae RS leva inovação com foco humano ao Gramado Summit 2026 CEEE Equatorial realiza blitz de economia e segurança em Porto Alegre com o programa E+ Comunidade
Notícias

Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento em parceria com o CDC

Identificado o primeiro caso da variante XBB.1.5 no R

31/01/2023 Redação Fonte: Moinhos Critério Compartilhar:
Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento em parceria com o CDC
Foto: Leonardo Lenskij

Um estudo realizado no Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), identificou o primeiro caso da subvariante XBB.1.5 do coronavírus no Rio Grande do Sul. Essa linhagem do SARS-CoV-2 tem chamado a atenção das autoridades de saúde pela grande capacidade de transmissão e já é dominante em algumas partes do mundo. No Brasil, há poucos casos descritos e antes foi identificada somente no estado de São Paulo.

A XBB.1.5 é considerada uma linhagem recombinante, composta pelo material genético de outras duas variantes da Ômicron, a BA.2.10.1 e a BA.2.75. Um dos aspectos que a torna mais transmissível é a presença da mutação F486P na proteína spike, o que, segundo os pesquisadores, presumidamente causaria uma maior interação com o receptor ACE2 das células humanas, que é a via de entrada do vírus no organismo.

Apesar de ser descrita como uma das subvariantes mais transmissíveis até então identificadas, não existem evidências de que ela cause quadros clínicos mais severos. A pesquisa faz parte do projeto Global Action in Healthcare Network (GAIHN), uma rede colaborativa mundial para o enfrentamento de ameaças em saúde com foco na rápida detecção e resposta. 

Veja Também