NEWS
Vozes do Advocacy e ADJ Birigui promovem capacitação em diabetes Banrisul alcança lucro líquido de R$ 221,6 milhões no 1º trimestre de 2026 Edição 2026 do Top Ser Humano e Top Cidadania tem recorde de cases inscritos Unimed Porto Alegre reforça importância da vacinação contra gripe Recall é mais rápido e preciso com o padrão GS1 de identificação e rastreabilidade Sebrae RS fortalece presença do vinho gaúcho na Wine South America 2026 De marca artesanal à presença internacional: de la Guardia avança com apoio do Sebrae RS Feevale promove aula gratuita sobre técnica de massagem para bebês Sebrae RS leva inovação com foco humano ao Gramado Summit 2026 CEEE Equatorial realiza blitz de economia e segurança em Porto Alegre com o programa E+ Comunidade
Notícias

Taxa de desemprego recua para 8,0%, menor taxa para um trimestre terminado em junho desde 2014

Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, a taxa de desocupação média brasileira foi de 8,0% no trimestre encerrado em jun/23

29/07/2023 Redação Fonte: Senac-RS | Usina de Notícias Compartilhar:
Taxa de desemprego recua para 8,0%, menor taxa para um trimestre terminado em junho desde 2014
Foto: Divulgação

Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, a taxa de desocupação média brasileira foi de 8,0% no trimestre encerrado em jun/23. Em relação ao trimestre anterior (encerrado em mar/23), quando a taxa foi de 8,8%, houve decrescimento. Em relação ao mesmo trimestre de 2022 (9,3%), também foi verificada queda da taxa. A taxa de participação da população em idade ativa na força de trabalho está em 61,5%, ficando estável em relação ao trimestre imediatamente anterior (61,6%), mas com queda na comparação com o mesmo período de 2022 (62,6%). A queda da taxa de participação tem sido um fenômeno observado no Brasil desde a pandemia. Se a taxa de participação fosse a mesma do segundo trimestre de 2022, a taxa de desocupação estaria em 9,5%.

O contingente de desocupados teve queda de 8,3% ante o trimestre anterior, e caiu 14,2% em relação ao trimestre encerrado em jun/22. Assim, o contingente de pessoas desocupadas totalizou de 8,6 milhões de pessoas. No mesmo período de 2022 essa população era de 10,1 milhões. A população ocupada aumentou 1,1% na comparação com o último trimestre encerrado em mar/23, e alta de 0,7% em relação ao trimestre de jun/22. Na comparação com o trimestre anterior, o crescimento da população ocupada foi motivado pelo aumento do número de empregados sem carteira assinada, elevando a taxa de informalidade do mercado de trabalho para 39,2%.

O rendimento real médio das pessoas ocupadas foi de R$ 2.921 no trimestre encerrado em jun/23, crescendo 6,2% na comparação com o período do ano anterior e, ficou estável em relação ao trimestre imediatamente anterior (-0,2%). A massa de rendimento real teve aumento de 7,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o trimestre anterior houve estabilidade estatística (0,0%).

Os dados da PNAD mostram que o mercado de trabalho está com a ociosidade bastante reduzida, em parte pela geração de ocupações, mas também pela redução de taxa de participação. Ainda não há estudos qualificados que expliquem a queda da taxa de participação no país, mas é algo que preocupa. Com a queda da taxa de crescimento da população e com a dificuldade de elevar a produtividade do trabalho, tem-se aí um limitador do crescimento do Brasil. 

Veja Também